Garota com paralisia cerebral q conseguiu formar-se em direito
*Por esses dias presenciei uma cena lamentável, preconceituosa, contra um cadeirante no buzão.
Como a cadeira de rodas demora para descer até ao chão, um passageiro do ônibus começou a falar palavrões, dizer q o lugar do cadeirante era dentro de casa.É, pois, com indignação q eu escrevo este post:
O preconceito com o diferente e marginalizados socialmente vem desde os primórdios da humanidade. Na idade média, por exemplo, os deficientes físicos e/ou mentais eram os endemoniados, loucos e queimados nas fogueiras ou trancafiados em masmorras, quarto escuro e afins.
As atidudes sociais preconceituosas ou não para com as pessoas com necessidades especiais, esbarra na educação e valores socioculturais arraigados. Mudar e/ou melhorar tais valores é a grande questão. E, diga-se de passagem, muito laburiosa.
Pois, requer pesadas políticas de educação, inclusão social para mudar e/ou melhorar esses processos de internalização de valores socioculturais.
Vale ressaltar também, que garantir a inclusão de sujeitos socialmente excluídos(como as cotas para negros nas Universidades Públicas) pode mudar uma realidade "excludencista", mas, cria-se outra. Ou seja, "mudam-se os nomes dos excluídos, mas, a exclusão continua".
Portanto, só através da educação, conscientização de que o outro é diferente e deve ser respeitado por isso,compreensão das diversas ralações psicológicas e socioculturais que contitui a sociedade, o mundo poderá constituir cidadãos melhores.

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